sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Abre Aspas: o Luiz Horta Rezou...

O fantástico Luiz Horta rezou no seu twitter no penúltimo dia de 2009:
"Reza: Todo Poderoso, que em 2010 as pessoas não usem mais o verbo degustar e passem a beber de novo. Obrigado, amem."

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Que tal uma garrafa de Serrera del Pecado?


Participa da coluna Opinião e concorra a uma garrafa de Serrera del Pecado Malbec/Cabernet Sauvignon 2007! É fácil, apenas deixe seu e-mail nos 'comentários' da coluna, não precisa expressar nenhum argumento.

Participe!!!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Two Oceans Shiraz 2008



Tinto, Shiraz (Syrah)
África do Sul
Two Oceans
Preço: R$ 25
Como havía prometido... vinho fraco e desequilibrado com acidez pronunciada, passando por cima inclusive do álcool. Ruim, não recomendável! Enfim... um mico!!!
Para não dizer que é preconceito... eu gostei do Rosé do mesmo produtor... clique aqui e confira!
Forte Abraço!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Opinião Vivendo Vinhos: Taxa de Rolha


Bom.. Vamos estrear a coluna de opinião do Vivendo Vinhos tratando de um tema complicado, um tema que gera diversas posições, a 'rolha'! Sou contra a cobrança mas vou tentar apresentar as duas posições de forma sucinta e objetiva. O espaço de comentários está aberto para a sua opinião! Não somos obrigados a concordar, certo?
Mas antes vamos explicar o que é essa tal de 'rolha'? Afinal nem todos devem saber. A taxa de 'rolha' na verdade é uma tarifa cobrada pelos bares e restaurantes quando o cliente leva o próprio vinho ou whisky ou outra bebida qualquer. Para cada garrafa que o estabelecimento abre (por isso fala-se 'rolha') o mesmo cobra um valor. Já ví a tal da 'rolha' chegar a módicos R$ 100.
Agora que sabemos o que é a 'rolha' vamos tratar do assunto com cautela. Os restaurantes argumentam que fazem investimentos em taças, profissionais(sommelier), adegas climatizadas, rótulos, etc e por isso fazem a cobrança. Esses são basicamente os argumentos que defendem a 'rolha'.
Os refuto baseado na lógica do negócio do restaurante. Como àquele 'restaurante x' pode existir sem esses elementos? Esses investimentos são intrínsecos ao negócio e devem ter seu retorno conforme o crescimento do estabelecimento. Sinceramente não acredito que alguém leve um vinho a um bar ou restaurante que não esteja apto a lhe atender bem.
Ainda, para completar, será que os restaurantes não percebem que a cobrança é dupla??? Afinal já existem os 10% de serviço... que muitas vezes são cobrados sobre o preço da 'rolha'.
Talvez você esteja se perguntando porque eu quero levar o vinho? Já que frequento restaurantes que normalmente tem cartas elaboradas e com boas opções. São duas as razões, primeira o restaurante não tem obrigação de ter na carta o vinho que desejo beber; segunda as margens de lucro praticadas atualmente são exageradas, normalmente os restaurantes dobram os preços que encontramos nas etiquetas das lojas, acho que o preço fica injusto.
Por fim gostaría de dar uma sugestão aos restaurantes que praticam a 'rolha', mudem essa política! Fica aqui uma outra opção, como pratica a Casa Bráz de Campinas, se o cliente levar um vinho que não está na carta nada é cobrado mas se o vinho estiver na carta é cobrado o preço da carta. É possível... e com inteligência...

Enfim, mais uma vez convido você a participar!
Por fim estou lançando essa coluna com uma promoção! Afinal quem não gosta de ser presenteado com uma garrafa de vinho??? Deixe um comentário com seu e-mail e concorra a uma garrafa de Serrera Del Pecado 2007! Harmônico corte de Malbec e Cabernet Sauvignon. Não é preciso opinar sobre a 'rolha' apenas deixar seu e-mail.
Serão aceitos comentários até 25 de janeiro! O vencedor será anunciado dia 31 deste mês. Esssa promoção tem o apoio da Vinhos Web.
Forte Abraço!


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Fortaleza do Seival Pinot Grigio 2009, Uma opção refrescante...



Branco, 100% Pinot Grigio
Brasil
Miolo
Preço: R$ 25
Começamos 2010 com mais um bom branco nacional, surpreendente na verdade. Oriundo do projeto da Miolo na Campanha Gaúcha este vinho mostrou boa presença marcada pela sua leveza e sensação refrescância. Lembrou bem seus primos italianos.
Na taça apresentou cor amarelo palha com discretíssimo reflexo esverdeado. Correram pelas paredes das taças abundantes e espessas lágrimas. O nariz mostrou boa intensidade aromática passando pelo abacaxí, pêssego e erva-doce.
Na boca marcou pela leveza e frescor, de alta acidez e retrogosto confirmando a erva-doce, final ligeiro e prazeroso. Um defeito, 13% de álcool... sería melhor com 11,5 ou 12%... o corpo leve não sustentou, mesmo assim o considero uma ótima compra.
Poderá ser consumido nos próximos dois anos mas acredito que está no seu esplendor portanto não perca tempo.
Ótima opção para servirmos como welcome drink ou podemos harmonizá-lo com saladas leves porque não uma de alface americana (rasgada com as mãos), lascas de morango e palmito picado... experimente e me conte!
Forte Abraço e um Ótimo Ano!